sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Vejam se isso não é revoltante, havia um buraco que estava metade na porta de casa e metade na do vizinho de baixo, ligamos varias vezes reclamamos e nada de mandarem alguém para consertar, mais no ultimo dia 28 finalmente alguns trabalhadores vieram consertar atendendo ao chamado no nosso vizinho mais ai quando pensamos que o problema seria resolvido de uma vez por toda..... Hum eis a surpresa!!! eles quebraram ltudo como vocês podem ver nas fotos...



quebraram o formato que estava debilitado, recolheram os entulhos e foram embora....
Um dia depois, eles retornaram jogaram piche bateram um pouco ali outro pouco aqui e foram embora.....  Então fica a pergunta eles não cavaram, não verificaram se há algum problema na tubulação, nada! ai daqui quinze, vinte dias o problema ta lá de novo.... a rua fica toda esburacada novamente! Porcaria de prefeitura, concede um aumento de 126% pra um bando de político sem vergonha que não faz absolutamente nada, mais um buraco na rua eles não tem a pachorra de fechar direito!
laysla Xancha Lima






terça-feira, 27 de dezembro de 2011



Histórico do Terminal Vila União
O Terminal Vila União está localizado no entroncamento da Avenida Carlos Lacerda com a Rua Dusolina Leone Tourniex. Ele foi inaugurado no dia 12 de novembro de 2000; e reinaugurado no dia 31 de março de 2010, após receber uma série de melhorias.

O Terminal ganhou nova reconfiguração no trajeto dos ônibus, com acessos exclusivos para entrada e saída dos veículos. O prédio administrativo e a guarita foram reformados, recebendo novas instalações elétricas e hidráulicas; e nova pintura.

As vias foram recapeadas; e as plataformas elevadas para embarque e desembarque em nível. Além disso, receberam reforço na estrutura e piso podotátil (alerta e direcional). O Terminal também ganhou duas lombofaixas; um bicicletário, com 20 vagas; e mais uma baia para o estacionamento dos ônibus, ampliando para quatro o número de vagas.

O Terminal Vila União recebe, diariamente, sete linhas de ônibus da concessionária VB Transportes e Turismo Ltda. (área 1 – azul claro – responsável pelas regiões do Corredor Amoreiras, Vila União e Ouro Verde). São 40 veículos que circulam pelo local por hora, atendendo cerca de 30 mil usuários diariamente.


Mas será que melhorou mesmo?
Depois que a linha 1.64 passou a operar dentro do terminal Vila União, parece que a populaçao do bairro triplicou! Isso por que as pessoas  que antes não tinha o 1.64 como opção agora tem.
Mas vejam bem, as pessoas que moram mais proximas ao terminal te mais opcões de linhas que fazem rota centro que as que moram no vila união, um pouco mais pra cima á partir da caixa d´agua, mas as pessoas preferem lotar as linhas do 1.64 no terminal sendo assim quando chegam na parte de cima ja ta lotado, e muitas vezes os ônibus nem para por que tem gente saindo até  pela janela, a detalhe isso as 07:00 da manhã! Ou seja, de uma hora pra outra a demanda cresceu, e os responsáveis não pensaram nisso? Não fizeram uma pesquisa com base em métodos quantitativos? Se fizeram, o que deu errado? Se não fizeram, por que não o fizeram?
Esta inclusão prejudicou muito a vida dos moradores da parte de cima da avenida Carlos Lacerda, e neste caso qual seria a solução mais viavél?
Remover o 1.64 do terminal e voltar como era antes?
Deixar como esta, mais incluir mais ônibus na linha para atender a demanda?
Criar uma nova linha para a população da parte de baixo do Vila União? 
Confira as linhas no Terminal Vila União:1.16 – Terminal Ouro Verde (inclusivo)
1.34 – Terminal Barão Geraldo (inclusivo)
1.40 – Terminal Vila União / Via Jardim Yeda (inclusivo)
1.50 – Terminal Vila União
1.52 – Terminal Vila União
1.53 – Terminal Vila União (inclusivo)
1.54 – Terminal Vila União / Corredor Central
 1.64_ Terminal Vila União/ Pq. Tropical
Laysla Lima
www.nossobairronossomundo.com.br

História de Campinas

O primeiro nome de Campinas foi Campinas de Mato Grosso, devido à floresta densa e inexplorada que caracterizava a região. Era passagem obrigatória das Missões dos Bandeirantes que iam para as minas de ouro no interior.

O povoamento teve início entre 1739 e 1744 com a vinda de Taubaté de Francisco Barreto Leme. Em 14 de julho de 1774, numa capela provisória, foi celebrada a primeira missa oficializando a fundação da Freguesia Nossa Senhora de Conceição de Campinas.

Em 1797 é elevada à categoria de vila e altera o nome para Vila de São Carlos, e finalmente em 5 de fevereiro de 1842, já com 2.107 habitantes e cerca de quarenta casas, foi elevada à categoria de cidade com o nome de Campinas.

É conhecida como cidade-fênix, por conta de seu renascimento depois da febre amarela que devastou 25% da população no fim do século XIX.

A agricultura teve um papel de destaque na história da cidade de Campinas, que se aproveitou do solo fertil de terra roxa. A a cana-de-açúcar foi a primeira cultura agrícola de Campinas, logo suplantada pelas lavouras de café. Em pouco tempo, a economia cafeeira impulsionou um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. Nesse período, a população de Campinas concentrava um grande contingente de trabalhadores escravos e livres, empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas. Em 1872, graças ao plantio de café e a construção da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, Campinas passa a ser uma das maiores cidades do País.


Com a crise da economia cafeeira, a partir da década de 1930, a economia de Campinas assumiu um perfil mais industrial e de serviços. A cidade então recebeu imigrantes provenientes de todo o mundo (destacando-se a imigração italiana), atraídos pela instalação de um novo parque produtivo.

Entre as décadas de 1970 e 1980, a cidade praticamente duplicou de tamanho, por conta de fluxos migratórios internos.

Devido o seu grande progresso também ficou conhecida como a "Princesa d'Oeste", referência esta por estar a oeste da capital do estado.

Com a construção de grandes rodovias como a Rodovia Anhanguera (1948), a Rodovia dos Bandeirantes (1978), a Rodovia Santos Dumont (década de 1980), a Rodovia Dom Pedro I, Rodovia Adhemar de Barros,a Rodovia Jornalista Francisco Aguierre Proença e a Rodovia General Milton Tavares de Souza (ou Tapetão), que é o principal acesso à REPLAN, Campinas consolidou-se como importante entroncamento rodoviário.
Também se destacam um moderno parque industrial e tecnológico — fruto de um plano de instalação de "tecnopólos", e renomadas instituições de ensino superior, como a Universidade Estadual de Campinas e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Também é em Campinas que se localiza o Laboratório Nacional de Luz Síncroton e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).
A partir de 1998, a cidade vem vivenciando a uma mudança até que bem acentuada na sua base econômica: perde importância o setor industrial (com a migração de fábricas para cidades vizinhas ou outras regiões do país - em parte por causa da violência e dos altos impostos), e ganha destaque o setor de serviços (comércio, pesquisa, serviços de alta tecnologia e empresas na área de logística). Umas das áreas que mais cresce em Campinas é Barao Geraldo, popular bairro da cidade.